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Devaneio sobre um devaneio

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Eu fico aqui com meus devaneios idiotas algumas vezes tentando descobrir qual é a real do ser humano, afinal. Eu falo em questão de atitudes, hipocrisia, moral e tudo mais. Não é só pelo fato de observar comentários de falso moralismo ou algo do tipo seja na vida real, seja na tv ou até no Facebook. Hipócrita todo mundo é, pelo menos uma vezinha perdida no mês, mas é engraçado a capacidade da mentira (em casos extremos) e da mudança de rumo que a gente tem. É uma loucura, mas pra ser melhor entendido, o que eu quero dizer (e acho que não está tão explícito) é o quanto é visível e pouco perceptível a linha tênue que há entre agir certo e agir errado, mentir e falar a verdade, ser filho da puta e não ser. Dentre outras ações antagônicas... Mas se tratando de filhadaputisse... É tão simples que a gente nem percebe. (Eu falo "a gente" porque mesmo que eu esteja criticando algo ou alguém aqui, também sou ser humano e muito errado por sinal.) Às vezes, o foco é tão grande que a p...

Tanto querer...

Queria me livrar de meus desgostos, transformados em ansiedade mórbida pela ociosidade do pensamento. Maldita mente que sustenta coisas inoportunas e sem valor algum. Se pudesse controlá-la, teria menos tempo perdido e mais praticidade em meus atos, minha vida. A verdade é que a gente quer sempre rebobinar nem que seja um segundo da nossa fita pra viver tudo de novo, ou simplesmente corrigir erros de cena. Às vezes, a questão não são nem os erros. Apenas as histórias mal contadas que doem.  Não dá, amigos. Não dá. Queria eu ter o poder de apagar toda essa coisa inútil que toma conta de boa parte da vida, mas a gente sabe que disso tudo vem o teor dela... O que queremos é que tudo seja lindo, pacífico, tranquilizador. Mesmo que a gente não corra atrás disso como deveria. ... Sabe... Na verdade, o que eu queria mesmo era só poder lidar. Podia vir o que quisesse, eu só queria ter força. Mas, de tanto vir o que vem, um dia eu terei.

Muito prazer, meu nome é otária!

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É mais ou menos assim que se desenvolve aquela história: A menina cansou e decidiu se afastar de todo mundo. É porque aquele tipo de pessoa que ela andava fazia bem vinculado com o mal, mas ela gostava mesmo assim... "Olha, vou seguir minha vida, você não merece minha presença, chega! Se sentir falta, eu sempre vou estar aqui (vou?)." Vai mesmo? Que seja, tá. Tudo bem, promessas sendo cumpridas, ela não saiu de casa por um minuto sequer. Se desvinculou de tudo, tudo mesmo. Tudo mesmo? Que seja, foi pior pra ela. Aquilo corroía por dentro, aquela falta de quem não sente falta, entende? Nenhuma ligação, nenhuma mensagem... O mal que o pensamento dela faz a si mesma é pior que o mal alheio que a atinge. Percebeu que pouco importava. Ela pouco importava, mesmo sendo tão boa pessoa... Que triste. Mais triste ainda é perceber que obrigatoriamente se deve andar sozinha, porque é chato ter por perto quem nem percebe que você também está. Tomorrow is friday \o/ (nem sei pq tô d...

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O novo se repete, pois se inspira no velho. Será que é isso mesmo? Olha, não sei. É tão errado comparar o que me fez bem e mal com o que ainda é uma interrogação. E as datas do que houve vão se repetindo, fazendo aniversários e eu aqui fazendo de tudo para não me atingir, para que isso não reflita no que eu sou hoje. Mas olha, é tão difícil se adaptar a novas coisas, porque eu não tô aqui pra magoar ninguém além de mim, mas será que eu vou deixar todo mundo ileso? Será que eu fiz certo em tentar seguir em frente mesmo não estando preparada? Tantos serás... Nenhuma certeza, só futuro mal escrito (e passado também).Presente então... nem se fala.

Sobre a morte e suas facetas

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De pequenas idéias, vêm inspiração. Eis que estou aqui pra falar de algo que (pasme) penso diariamente mas nunca citei tão aberta e deliberadamente: A morte. O que é a morte? Definição bastante complexa que não busquei nem buscarei no dicionário, mas que atrai bastante entender (ou pelo menos tentar). É algo no qual nós, maníacos depressivos (risos) pensamos com frequência, mas não pelo fato em si de apenas se matar ou morrer subitamente e sim pelas consequências que virão na nossa pós-vida, seja para nós ou para os que ficaram sem nós. Confesse que você pensa no quanto ou como vão chorar ou se declarar aos prantos para a sua pessoa ao saberem da notícia, hahaha. E disso tudo, eu digo dessa declaração de afeto, vem toda a noção da coisa. É disso que todo mundo quer provar na real, a prova de que é amado, porque cá entre nós, a vida é um drama e sem provas de amor, fica mais dramático ainda. Pois a gente quer calor, quer demonstração de afeto e num mundo psicológico trágico e carente...
Menina cheia de devaneios, em qual mundo você foi parar? Mundo este que está longe de ser fora daqui, pois ele se encontra dentro de ti. E lá você se perde num sonho do qual já deveria ter acordado, mas a realidade nua e crua nunca foi algo que te agradou. De vez em quando, encosta a cabeça no canto e derrama dois pinguinhos de lágrima, depois segura-as até elas voltarem pros olhinhos. "Está proibido demonstrar fraqueza, entendeu?" Pensa ela enquanto percebe que todos querem estar num mundo como o dela, mas não merecem. Aí é quando ela se orgulha de voar, de criar, de recriar,  de sonhar profundamente. Porque pra estar onde ela se encontra é preciso muito apreço, calor, lealdade, amor. Ela tem. E quem terá tanto quanto ela? Nem a coitada menina sabe. Por isso chora por dentro, pois o seu mundo interior é grande e solitário para caminhar sozinha e como diria o poeta: "poucos pegam em sua mão sem a intenção de soltá-la". Não se sabe ao certo o que ela realmente quer...

Cheers

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              E no meio dessa festa toda, quero propor um brinde. Por favor, prestem atenção ao que eu vou falar e peguem suas taças.   Quero brindar aos casais bem sucedidos, amores de longa data ou simplesmente pessoas que se conheceram há uma semana atrás, mas o momento está sendo bem curtido (que dure!). Quero brindar aos felizes de espírito, aos ricos, por dentro e por fora (por fora principalmente). Bebam pelas futuras mães de família, pelos maridos fiéis a espera deste filho.              Bebam pela megasena, pela telesena ou pela raspadinha do supermercado. Um brinde sincero aos que dão sorrisos verdadeiros, a quem encontrou em ninguém mas em si a real felicidade. E quem encontrou a felicidade em alguém, ergo o copo por você também. Um drink para o que é seu e ninguém tira. Para a sua casa em Malibu ou o seu Porsche novo, eu dedico mais uma dose. O novo emprego, o vestibular!! Ah, o vestibular... p...