Era uma vez, duas almas contra o resto do mundo. Talvez, o fato de estarem juntos não significasse muito, mas sim a sintonia que havia. Era perfeita simetria... Coisa de ela estar pensando em uma música e de repente ele lhe envia uma mensagem com aquele trecho, coisa de olhar um pro outro e entender o diálogo que se transmite sem a fala. Declarações de amor mudas, onde se sabe a reciprocidade quando eles se entreolhavam e ficavam vermelhos de tanta vergonha. Ali surgiu um "eu te amo" que só uma espécie de plano cósmico seria capaz de capitar. Poesia e flor que um dia perde a graça e murcha. Mesmo que seja de repente, mesmo que seja apenas para um deles. Tudo virou de cabeça pra baixo do dia pra noite e o que era realização virou só desejo. Ela foi abandonada sem mais explicações que por mais que ela perdesse tempo tentando entender, não fazia sentido. E quanto mais ele explicasse, mais rancor ela criava. "Como eu que me protegi tanto, deixei-me ferir desse jeito?...
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Mostrando postagens de setembro 20, 2012