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Mostrando postagens de setembro 4, 2011
Eu sempre me contentei com o pouco, com o simples. E vejam só vocês que nem isso eu pude ter. Com o passar do tempo, se torna algo frio, irreversivelmente. Quando eu te digo que ainda há tempo, é porque realmente espero. Feito uma menina em noite de natal, à espera do bom velhinho. Mas acredite, quando esse tempo acaba, vou me tornando uma daquelas crianças que descobrem que nada passou de uma ilusão criada por alguém pra nos enganar. Passo a pensar se tudo isso é questão de sorte ou merecimento, impaciencia ou calma demais. Se eu pedisse muito, seria pior, melhor ou do mesmo jeito? Sei lá sabe, só quero que o tempo corra o mais rápido possível e que me leve com ele, pra que eu pare de pensar demais e não chegue a conclusão alguma... Porque a única coisa que sei é que quando um ser humano deseja um pouco, pra outro ser que não merece, aquilo já é demais....
Olha, vou te falar uma coisa: eu sabia sim que seria doloroso, mas não tanto. Isso está se tornando um fardo cada dia mais pesado, onde já não acho maneiras de como carregar. A cada dia invento um jeito novo de dar meus humildes passinhos, fracos até e consigo chegar, mas não muito longe... Às vezes não chego a lugar algum, confesso. Eu preciso ir sozinha e eu sei que ninguém irá me facilitar nada nessa vida, mas não é isso que eu peço. É porque a gente precisa de alicerce também, sabe? E a última coisa que eu vou te falar é que eu procuro o meu e não acho. Música desse finzinho de domingo depressivo: adele - he won't go