Quando a gente menos tem inspiração pra escrever algo é quando justamente a gente tá pensando em várias coisas pra dizer mas nem sabe de onde tirar. Aí então a gente começa a escrever e espontâneamente sai. O que tenho pra dizer é o seguinte: Quando você quiser falar sobre algo, não sistematize, não ligue pra estéticas das palavras, apenas seja e sinta você. Não há nada melhor do que expor o que pensa mesmo que você nem se conheça direito. Não tenha vergonha, o que há dentro de cada um não é o mais belo, mas também não é o mais feio, é apenas o ser humano. p.s.: não sei de onde nem pra quê isso saiu mas ok.
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Analisando filmes e etc.
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“Preciosa” é um filme que eu indico. Conta a história de uma adolescente completamente fora dos padrões de beleza americano: gorda, negra e pobre. Toda a filmagem é bem legal porque ao assistir, você tem a impressão de estar vivenciando no lugar obscuro onde ela mora e estar dentro da vida difícil que ela leva. O pai a estuprava e com isso ela teve dois filhos. A mãe era uma vagabunda que ao mesmo tempo em que tinha pena da situação, não fazia nada e ainda por cima amava e tinha ciúmes do marido (principalmente com a filha). Preciosa é o tipo de garota que por fora passa uma imagem forte, de alguém que sempre quer manter o respeito na rua, talvez pelo seu porte físico. Por dentro ela chorava, comia mais e mais, fugia, voltava e chorava de novo. Assim ela foi mantendo sua vida com uma relação meio estreita com a mãe, certo medo misturado com costume de seu pai e tentando estudar numa escola que tinha garotas tão problemáticas quanto ela. Ela era boa, tinha instinto protetor, isso era...
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Depois de determinadas atitudes, a gente começa a ver as coisas por outro ângulo, tanto pelo que se poderia fazer e não fez, quanto pelo que se fez e não deveria ter feito. Às vezes eu penso que se eu tivesse feito tudo com mais calma e paciência, hoje eu poderia estar ainda na mesma situação, mas amanhã não. Amanhã seria menos tristeza, menos arrependimento. Mas lamentar não adianta, fui lá e fiz. Você no meu lugar talvez não fosse fazer o mesmo. Rapidamente se muda de pensamento, nota-se de quão alto caiu e aquela angústia de sempre permanece ali, intacta, como se pertencesse ao meu corpo desde que eu nasci. É como se você estivesse calmo, reagindo normalmente à vida lá fora. Mas por dentro... ah, por dentro! O coração fica tão acelerado que de fora você se assusta, uma vontade de parar tudo, sentar num cantinho e chorar. Sei lá, depois de tudo perdido, você ainda fica remoendo, querendo pôr palavras onde faltou, querendo notar importância alheia do que aconteceu e reverter a situ...
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Nunca acredite em príncipes encantados e meigas princesas. NUNCA. Você deve ter se cansado de saber que eles são fictícios, então coloque na sua cabeça que eles são uma idéia (perfeita) de pessoas desiludidas iguais a você. Uma idéia de meros contos de fadas infantis, onde humanos juram amor eterno e agem com fidelidade até o fim, o que de fato, voltando ao mundo real, nunca existiu nem existirá. Não espere a pessoa mais linda do mundo tanto por fora quanto por dentro. Esteja preparado para alguém que te jure amor, mas lembre-se que amor perfeito existe apenas em música. Saiba que nenhuma versão sua do sexo oposto é perfeita pra você. Saiba amadurecer seus sentimentos. Saiba que existirão muitas oportunidades de ser feliz, mesmo que momentâneas e aproveite-as porque no fim você saberá o que realmente significa tudo isso tanto em prática quanto teoria. E por fim, o mais difícil e principal: não se iluda.
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Viver não é difícil, o difícil da vida é saber o que fazer quando o seu mundo cai. A gente pode até se preparar, mas é em vão. Na prática, tudo pesa mil vezes mais. Arriscar seus sentimentos e suas verdades não é fácil, é como dar um tiro no escuro que acaba ferindo você mesmo. O tempo vem e age como primeiros socorros. E dói. Dói pensar no que se fez, no que se perdeu, no que se poderia ganhar, mas não pode. Chorar por dentro como antes não resolve mais, agora é hora de expor, nem que seja pra si, toda a angústia, ansiedade e tristeza que permanece dentro da alma em forma de muitas lágrimas. Acima de tudo, também é hora de entender que nosso maior desafio é surpreender a si mesmo e as pessoas ao nosso redor. O risco assustador sempre irá existir, mas quem não pode contra os inimigos, se junta a eles. Por mais que seu sinônimo seja a dúvida, depois do risco sempre vem a certeza, que é a melhor das sensações. Pondo os pés no chão, a gente segue. Mesmo que no caminho venham nomes, mús...
Eu e o amor.
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Eu juro que tento acreditar no amor. Ele está tão próximo a mim, se instalando nas pessoas ao meu redor cada vez mais, sendo fiel à elas, aí eu me pergunto: Quando será a minha vez? Amor é que nem aquela pessoa que a gente conhece mas não é amigo. Uns falam bem, outros falam mal, mas você só pode opinar quando realmente conhecê-lo. Eu, particularmente, nem vejo como chegar perto dele e parece que ele tem medo de mim. As vezes penso que não me permito estar em sua compania, ele me estranha e por isso estranho ele. Não sei. Não damos muito certo. Queria saber qual o dia que finalmente iremos nos acertar, por as cartas na mesa, lavar a roupa suja. Mas eu não tenho pressa, alguém de que eu cuido muito, chamada VIDA vai apresentá-lo a mim corretamente e quem sabe poderemos ser amigos fiéis.
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Essa coisa de sociabilidade é uma confusão só. Por que será que os “sociáveis” não chegam perto dos anti-sociais? E por que será que os anti-sociais são, na maioria, carentes e querem pessoas por perto? Eu realmente fico pensando nos anti-sociais principalmente, eu acho muito interessante essa vontade que a gente (sim, eu sou) tem em não ter vontade nenhuma de se aproximar. Quer dizer, vontade se tem. Mas entre querer e ir até lá, muitas águas rolam... Acredito que tem muito a ver com o medo do que está do outro lado, de não ser aceito, ser tachado como estranho ou qualquer outra característica que não agrade, mas a gente mal lembra que quem está na nossa frente é um diferente completamente igual. Se mostrar por completo não é tarefa fácil, não pra qualquer um. Nossa cabeça nos guia a se mostrar cada vez mais... pra dentro. Mostrar o nosso mundo é tão complexo quanto entender o mundo alheio porque no final das contas, quem nos entende é a gente mesmo.