Essa coisa de sociabilidade é uma confusão só. Por que será que os “sociáveis” não chegam perto dos anti-sociais? E por que será que os anti-sociais são, na maioria, carentes e querem pessoas por perto? Eu realmente fico pensando nos anti-sociais principalmente, eu acho muito interessante essa vontade que a gente (sim, eu sou) tem em não ter vontade nenhuma de se aproximar. Quer dizer, vontade se tem. Mas entre querer e ir até lá, muitas águas rolam... Acredito que tem muito a ver com o medo do que está do outro lado, de não ser aceito, ser tachado como estranho ou qualquer outra característica que não agrade, mas a gente mal lembra que quem está na nossa frente é um diferente completamente igual. Se mostrar por completo não é tarefa fácil, não pra qualquer um. Nossa cabeça nos guia a se mostrar cada vez mais... pra dentro. Mostrar o nosso mundo é tão complexo quanto entender o mundo alheio porque no final das contas, quem nos entende é a gente mesmo.
Quando a gente menos tem inspiração pra escrever algo é quando justamente a gente tá pensando em várias coisas pra dizer mas nem sabe de onde tirar. Aí então a gente começa a escrever e espontâneamente sai. O que tenho pra dizer é o seguinte: Quando você quiser falar sobre algo, não sistematize, não ligue pra estéticas das palavras, apenas seja e sinta você. Não há nada melhor do que expor o que pensa mesmo que você nem se conheça direito. Não tenha vergonha, o que há dentro de cada um não é o mais belo, mas também não é o mais feio, é apenas o ser humano. p.s.: não sei de onde nem pra quê isso saiu mas ok.
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