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Carta para que eu não desista

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by Jonathan Torres Hipocrisias alheias à parte, falemos da realidade. Não da realidade na sua totalidade, mas especificamente da nossa. Não podemos definitivamente fugir da verdade, pois ela nos perseguirá onde formos, talvez em forma de arrependimento, consciência ou qualquer que seja. Vamos parar de não agir como agíamos no passado, tentemos levar toda e qualquer situação que nos apresente da maneira mais sensata e natural possível. Como dizia Cazuza, “O tempo não para”. E não para mesmo. Experimente não viver, não sorrir ou não sair de casa pra que você perceba que os outros vão continuar respirando mesmo assim, vão continuar com suas vidinhas mesmo que mediocremente, mas vão continuar; com você vivendo no mesmo ritmo que eles ou não. Então viva, não pare, não olhe para trás com arrependimento, pois o que você não pôde ou simplesmente não quis fazer ontem, hoje ou amanha você poderá, basta querer. Não dê um fim nisso aqui porque você teve medo de enfrentar, assustou-se com a...

Um monte de palavras soltas...

Na verdade queria mesmo que tudo isso, toda essa avalanche de sentimentos ruins, todo esse descontentamento com a vida, fosse uma fase ruim. Apenas isso. É fácil distribuir sorrisos por aí, e é bom, mas de que adianta se quando deito, encosto minha cabeça no travesseiro, vem tudo de uma vez? Uma junção do que fui e sou que me massacra aos poucos. Porém o que ainda me salva é o que um dia serei. E SE serei. Talvez o problema seja eu querer demais salvar a mim mesma, mas não mexo um dedo por isso. Talvez eu deva parar de colocar um "talvez" e começar a colocar uma certeza em tudo que eu disser. Parar de perder tempo com o que não me acrescenta, parar de deixar a vida correr e ficar parada observando. É PRECISO ACORDAR. Juro que não quero ficar aqui reclamando de tudo, mesmo que eu não fale por completo o que penso. É difícil pra mim pois quando eu realmente preciso, não consigo expor meus pensamentos. Guardo tudo . Em caixas velhas, em meu coração, em um porão bem fundo, em min...

Fear of karma

Hoje estava assistindo alguns dos episódios de um dos meus seriados favoritos e duas coisas me chamaram a atenção: Primeira - Fazia tempo que eu não chorava assistindo seriados Segunda - Um dos episódios falava em bater de frente com o seu carma, talvez esse seja o motivo real do meu  choro. Eu não sei exatamente o que dizer com isso, mas constantemente vem aquela sensação de falta, um coisa que nem Freud explica. Não é saudade de ninguém (talvez seja de alguém, sabe, qualquer) nem nada disso... É sentir o tempo passar por dentro de mim e não me preencher. Sempre estou ali vazia, oca e um tanto opaca. Aí vem meu carma: quem eu sou, sinto e faço. Nunca bato de frente, estou sempre saindo à francesa que é pra ninguém perceber que isso me pertence. Medo. Pode não parecer mas isso machuca, e muito. É uma espécie de covardia o que eu cometo comigo mesma todos os dias, porque eu não sigo aquele clichêzinho filho da puta de chato que diz que o importante é ser feliz. E o que é ser fel...

De coração pra coração

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Oi. Vou direto ao assunto: pode ser que eu te machuque sem querer querendo qualquer dia desses. Sabe... eu não mereço que você bata por mim, porque eu não funciono pra valer por tua causa. Um dia, você pode parar de vez, mas espero que não seja por minha culpa, afinal, tem tantos outros motivos pra isso acontecer né? Então, se cuida, com ou sem mim. Eu espero que se um dia eu te disser que não quero mais que você bombeie de alegria ao ver minha dona, não esqueça que eu te guardo num lugarzinho especial dentro de mim. É que eu tenho andado meio calejado, sabe? Sangrando aos poucos e esperando pra ver se outros corações batem forte por mim também. É errado, eu sei. Mas eu não mando em mim, minha dona não manda em mim e se eu pudesse, faria você mandar em mim. Mas não posso. Eu sou travesso demais, acho que engano todo mundo, acho que ninguém me conhece.. Quem disse? Porém, eu ando meio duro na queda ultimamente. Mesmo cheio de cicatrizes, eu posso ser a controvérsia de sentimentos em...

Devaneio sobre um devaneio

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Eu fico aqui com meus devaneios idiotas algumas vezes tentando descobrir qual é a real do ser humano, afinal. Eu falo em questão de atitudes, hipocrisia, moral e tudo mais. Não é só pelo fato de observar comentários de falso moralismo ou algo do tipo seja na vida real, seja na tv ou até no Facebook. Hipócrita todo mundo é, pelo menos uma vezinha perdida no mês, mas é engraçado a capacidade da mentira (em casos extremos) e da mudança de rumo que a gente tem. É uma loucura, mas pra ser melhor entendido, o que eu quero dizer (e acho que não está tão explícito) é o quanto é visível e pouco perceptível a linha tênue que há entre agir certo e agir errado, mentir e falar a verdade, ser filho da puta e não ser. Dentre outras ações antagônicas... Mas se tratando de filhadaputisse... É tão simples que a gente nem percebe. (Eu falo "a gente" porque mesmo que eu esteja criticando algo ou alguém aqui, também sou ser humano e muito errado por sinal.) Às vezes, o foco é tão grande que a p...

Tanto querer...

Queria me livrar de meus desgostos, transformados em ansiedade mórbida pela ociosidade do pensamento. Maldita mente que sustenta coisas inoportunas e sem valor algum. Se pudesse controlá-la, teria menos tempo perdido e mais praticidade em meus atos, minha vida. A verdade é que a gente quer sempre rebobinar nem que seja um segundo da nossa fita pra viver tudo de novo, ou simplesmente corrigir erros de cena. Às vezes, a questão não são nem os erros. Apenas as histórias mal contadas que doem.  Não dá, amigos. Não dá. Queria eu ter o poder de apagar toda essa coisa inútil que toma conta de boa parte da vida, mas a gente sabe que disso tudo vem o teor dela... O que queremos é que tudo seja lindo, pacífico, tranquilizador. Mesmo que a gente não corra atrás disso como deveria. ... Sabe... Na verdade, o que eu queria mesmo era só poder lidar. Podia vir o que quisesse, eu só queria ter força. Mas, de tanto vir o que vem, um dia eu terei.

Muito prazer, meu nome é otária!

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É mais ou menos assim que se desenvolve aquela história: A menina cansou e decidiu se afastar de todo mundo. É porque aquele tipo de pessoa que ela andava fazia bem vinculado com o mal, mas ela gostava mesmo assim... "Olha, vou seguir minha vida, você não merece minha presença, chega! Se sentir falta, eu sempre vou estar aqui (vou?)." Vai mesmo? Que seja, tá. Tudo bem, promessas sendo cumpridas, ela não saiu de casa por um minuto sequer. Se desvinculou de tudo, tudo mesmo. Tudo mesmo? Que seja, foi pior pra ela. Aquilo corroía por dentro, aquela falta de quem não sente falta, entende? Nenhuma ligação, nenhuma mensagem... O mal que o pensamento dela faz a si mesma é pior que o mal alheio que a atinge. Percebeu que pouco importava. Ela pouco importava, mesmo sendo tão boa pessoa... Que triste. Mais triste ainda é perceber que obrigatoriamente se deve andar sozinha, porque é chato ter por perto quem nem percebe que você também está. Tomorrow is friday \o/ (nem sei pq tô d...