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Nunca acredite em príncipes encantados e meigas princesas. NUNCA. Você deve ter se cansado de saber que eles são fictícios, então coloque na sua cabeça que eles são uma idéia (perfeita) de pessoas desiludidas iguais a você. Uma idéia de meros contos de fadas infantis, onde humanos juram amor eterno e agem com fidelidade até o fim, o que de fato, voltando ao mundo real, nunca existiu nem existirá. Não espere a pessoa mais linda do mundo tanto por fora quanto por dentro. Esteja preparado para alguém que te jure amor, mas lembre-se que amor perfeito existe apenas em música. Saiba que nenhuma versão sua do sexo oposto é perfeita pra você. Saiba amadurecer seus sentimentos. Saiba que existirão muitas oportunidades de ser feliz, mesmo que momentâneas e aproveite-as porque no fim você saberá o que realmente significa tudo isso tanto em prática quanto teoria. E por fim, o mais difícil e principal: não se iluda.
Viver não é difícil, o difícil da vida é saber o que fazer quando o seu mundo cai. A gente pode até se preparar, mas é em vão. Na prática, tudo pesa mil vezes mais. Arriscar seus sentimentos e suas verdades não é fácil, é como dar um tiro no escuro que acaba ferindo você mesmo. O tempo vem e age como primeiros socorros. E dói. Dói pensar no que se fez, no que se perdeu, no que se poderia ganhar, mas não pode. Chorar por dentro como antes não resolve mais, agora é hora de expor, nem que seja pra si, toda a angústia, ansiedade e tristeza que permanece dentro da alma em forma de muitas lágrimas. Acima de tudo, também é hora de entender que nosso maior desafio é surpreender a si mesmo e as pessoas ao nosso redor. O risco assustador sempre irá existir, mas quem não pode contra os inimigos, se junta a eles. Por mais que seu sinônimo seja a dúvida, depois do risco sempre vem a certeza, que é a melhor das sensações. Pondo os pés no chão, a gente segue. Mesmo que no caminho venham nomes, mús...

Eu e o amor.

Eu juro que tento acreditar no amor. Ele está tão próximo a mim, se instalando nas pessoas ao meu redor cada vez mais, sendo fiel à elas, aí eu me pergunto: Quando será a minha vez? Amor é que nem aquela pessoa que a gente conhece mas não é amigo. Uns falam bem, outros falam mal, mas você só pode opinar quando realmente conhecê-lo. Eu, particularmente, nem vejo como chegar perto dele e parece que ele tem medo de mim. As vezes penso que não me permito estar em sua compania, ele me estranha e por isso estranho ele. Não sei. Não damos muito certo. Queria saber qual o dia que finalmente iremos nos acertar, por as cartas na mesa, lavar a roupa suja. Mas eu não tenho pressa, alguém de que eu cuido muito, chamada VIDA vai apresentá-lo a mim corretamente e quem sabe poderemos ser amigos fiéis.
Essa coisa de sociabilidade é uma confusão só. Por que será que os “sociáveis” não chegam perto dos anti-sociais? E por que será que os anti-sociais são, na maioria, carentes e querem pessoas por perto? Eu realmente fico pensando nos anti-sociais principalmente, eu acho muito interessante essa vontade que a gente (sim, eu sou) tem em não ter vontade nenhuma de se aproximar. Quer dizer, vontade se tem. Mas entre querer e ir até lá, muitas águas rolam... Acredito que tem muito a ver com o medo do que está do outro lado, de não ser aceito, ser tachado como estranho ou qualquer outra característica que não agrade, mas a gente mal lembra que quem está na nossa frente é um diferente completamente igual. Se mostrar por completo não é tarefa fácil, não pra qualquer um. Nossa cabeça nos guia a se mostrar cada vez mais... pra dentro. Mostrar o nosso mundo é tão complexo quanto entender o mundo alheio porque no final das contas, quem nos entende é a gente mesmo.
Admiro as pessoas que vivem sem nenhum pudor. Pudor foi feito pra quem vive dentro de casa sem nem sequer receber visita. Admiro as pessoas que se auto-realizam, elas podem idealizar os desejos mais absurdos, mas e daí? O bem que faz é indiscutível e ninguém tem nada a ver com isso. Odeio pessoas que tentam ser assim, mas não chegam nem aos pés. São pessoas completamente cansativas, com os mesmos diálogos... palavras cansam, a adrenalina dos atos é bem mais interessante.

Analisando filmes e etc.

Hoje assisti ao filme “Julie & Julia”. Conta simultaneamente as histórias reais de Julia (grande cozinheira dos anos 40) e Julie (uma falida operadora de telemarketing e grande admiradora de Julia. Se inspira nela para escrever um blog contando suas experiências na área gastronômica). Não contarei muitos detalhes, caso você ainda queira assisti-lo, mas em resumo, confesso que a capa do filme me deu grandes esperanças já que estampa a Meryl Streep que não atua em qualquer merdinha. Não que o filme seja uma merda, mas as aproximadas duas horas de duração não me acrescentaram em muita coisa. O longa é um tanto cansativo, principalmente nas partes em que mostra a vida de Julia, justamente por mostrar os tantos termos, receitas e blá blá blá usados na culinária. Tudo bem que a intenção do filme seja justamente essa, mostrar a profissão e tal e que deva agradar a quem se interessa na área, mas pelo que se nota, a mim não, RS. Enfim, essa foi a minha opinião.
 São tantas coisas a se dizer e elas se misturam, embaralham. Eles me dizem: vá em frente, caminhe por onde você quer! Como eu irei caminhar em sua direção se há uma barreira na sua frente e ela demolirá certamente sobre mim?